03/09/2026 | Press release | Distributed by Public on 03/09/2026 11:51
A necessidade de olhar para as particularidades de gênero em momentos de crise e no planejamento do crescimento regional ganhou mais uma resposta do Governo do Brasil. Em um gesto simbólico neste domingo (8/3), Dia Internacional da Mulher, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, assinaram um Acordo de Cooperação Técnica que coloca as mulheres no centro das políticas de desenvolvimento e gestão de riscos no país.
O acordo, firmado durante a inauguração da Casa da Mulher Brasileira no Amapá, visa executar ações voltadas à proteção de mulheres em emergências climáticas, à promoção da autonomia econômica e à geração de renda e à ampliação da participação feminina em espaços de poder, no âmbito da Política Nacional de Desenvolvimento Regional. "Este acordo é um marco para que o desenvolvimento regional não seja apenas sobre infraestrutura, mas também sobre pessoas e justiça social. A política pública tem que ser permanente, tanto de promoção de desenvolvimento social e econômico, o respeito, a escuta, mas principalmente a proteção. Indígenas, ribeirinhas, quilombolas, todas as mulheres devem ser amparadas", disse o ministro Waldez Góes durante a cerimônia.
Um dos pontos de destaque do documento assinado pelos ministros é que as ações devem considerar não apenas o gênero, mas também raça, território e outras diversidades para que as políticas alcancem de forma efetiva todas as mulheres, em suas diferentes realidades. "Nós queremos mulheres vivas, respeitadas, seguras, e queremos as mulheres participando ativamente do processo de desenvolvimento econômico, social, sustentável desse país", destacou a ministra da Mulher, Márcia Lopes.
O acordo prevê ações conjuntas em três frentes principais:
Os ministros participaram da inauguração da Casa da Mulher Brasileira no Amapá, espaço de atendimento humanizado que reúne serviços especializados para mulheres em situação de violência. O projeto, já presente em outras capitais do país, é uma iniciativa do Governo do Brasil e tem o objetivo de evitar que a mulher tenha que percorrer vários lugares para conseguir ajuda, garantindo acolhimento e proteção 24h.