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07/07/2026 | Press release | Distributed by Public on 07/07/2026 09:49

Terceiro navio atingido no estreito de Ormuz em 24 horas

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Terceiro navio atingido no estreito de Ormuz em 24 horas
07/07/2026 15:44

Um terceiro navio foi atingido no estreito de Ormuz nas últimas 24 horas, disse esta terça-feira a agência de segurança marítima britânica UKMTO, depois de um ataque contra um petroleiro ter sido atribuído pelo Qatar ao Irão."A UKMTO recebeu um relato de um novo incidente envolvendo um navio-cisterna em trânsito no estreito de Ormuz. O navio foi atingido por um drone de origem desconhecida e sofreu danos estruturais ligeiros. Não há registo de feridos nem de qualquer derrame de poluentes", indicou a agência nas redes sociais.Momentos antes, a UKMTO tinha indicado que um segundo navio foi atingido por um projétil não identificado igualmente no estreito de Ormuz."O navio-petroleiro foi atingido por um projétil não identificado e terá sofrido danos estruturais. Não foram registados feridos nem qualquer impacto ambiental", indicou a UKMTO em comunicado.Pouco antes, o Qatar acusou o Irão de ter visado um dos seus petroleiros quando este navegava ao largo da costa de Omã.Na segunda-feira à noite, a UKMTO avançou que um petroleiro foi atingido por um projétil não identificado ao largo de Omã, na região do estreito de Ormuz.O ataque, que não causou feridos nem danos ambientais, ocorreu a oito milhas náuticas (15 quilómetros) a leste de Limah, no Sultanato de Omã.Os navios mercantes têm sido fortemente afetados pelo conflito no Médio Oriente desde 1 de março, quando o Irão fechou esta passagem vital em retaliação pelos ataques norte-americanos e israelitas, tendo os EUA, por seu lado, imposto um bloqueio aos portos iranianos.O tráfego marítimo foi retomado na sequência da assinatura de um memorando de entendimento entre Washington e Teerão, a 17 de junho, para pôr fim ao conflito.Mas o Irão reiterou, apesar da oposição dos EUA, que não haverá regresso à situação pré-guerra, quando a passagem pelo estreito era gratuita, e ameaçou os navios que tentarem contornar a única rota que autorizou, ao longo das suas costas.No final de junho, ao acusar Teerão de ter atacado dois navios, os Estados Unidos bombardearam o país em retaliação, e o Irão, por sua vez, atacou o Kuwait e o Bahrein.Teerão e Washington chegaram depois a novo acordo sobre uma trégua nas hostilidades.O estreito de Ormuz constitui a principal rota marítima que liga os países petrolíferos do Médio Oriente ao resto do mundo, em particular aos mercados asiáticos.Em 2024, circulavam diariamente pelo estreito cerca de 20 milhões de barris de crude, o equivalente a quase 20% do consumo mundial de petróleo líquido, segundo a Agência de Energia norte-americana. Um terceiro navio foi atingido no estreito de Ormuz nas últimas 24 horas, disse esta terça-feira a agência de segurança marítima britânica UKMTO, depois de um ataque contra um petroleiro ter sido atribuído pelo Qatar ao Irão."A UKMTO recebeu um relato de um novo incidente envolvendo um navio-cisterna em trânsito no estreito de Ormuz. O navio foi atingido por um drone de origem desconhecida e sofreu danos estruturais ligeiros. Não há registo de feridos nem de qualquer derrame de poluentes", indicou a agência nas redes sociais.Momentos antes, a UKMTO tinha indicado que um segundo navio foi atingido por um projétil não identificado igualmente no estreito de Ormuz."O navio-petroleiro foi atingido por um projétil não identificado e terá sofrido danos estruturais. Não foram registados feridos nem qualquer impacto ambiental", indicou a UKMTO em comunicado.Pouco antes, o Qatar acusou o Irão de ter visado um dos seus petroleiros quando este navegava ao largo da costa de Omã.Na segunda-feira à noite, a UKMTO avançou que um petroleiro foi atingido por um projétil não identificado ao largo de Omã, na região do estreito de Ormuz.O ataque, que não causou feridos nem danos ambientais, ocorreu a oito milhas náuticas (15 quilómetros) a leste de Limah, no Sultanato de Omã.Os navios mercantes têm sido fortemente afetados pelo conflito no Médio Oriente desde 1 de março, quando o Irão fechou esta passagem vital em retaliação pelos ataques norte-americanos e israelitas, tendo os EUA, por seu lado, imposto um bloqueio aos portos iranianos.O tráfego marítimo foi retomado na sequência da assinatura de um memorando de entendimento entre Washington e Teerão, a 17 de junho, para pôr fim ao conflito.Mas o Irão reiterou, apesar da oposição dos EUA, que não haverá regresso à situação pré-guerra, quando a passagem pelo estreito era gratuita, e ameaçou os navios que tentarem contornar a única rota que autorizou, ao longo das suas costas.No final de junho, ao acusar Teerão de ter atacado dois navios, os Estados Unidos bombardearam o país em retaliação, e o Irão, por sua vez, atacou o Kuwait e o Bahrein.Teerão e Washington chegaram depois a novo acordo sobre uma trégua nas hostilidades.O estreito de Ormuz constitui a principal rota marítima que liga os países petrolíferos do Médio Oriente ao resto do mundo, em particular aos mercados asiáticos.Em 2024, circulavam diariamente pelo estreito cerca de 20 milhões de barris de crude, o equivalente a quase 20% do consumo mundial de petróleo líquido, segundo a Agência de Energia norte-americana.

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