ANACOM - Portuguese Communications Authority

01/09/2026 | News release | Distributed by Public on 01/09/2026 09:42

6% das famílias utiliza exclusivamente a TDT

A televisão faz parte do dia a dia das famílias portuguesas. Uma família pode dispor de vários meios de acesso para receber o sinal de televisão. A ANACOM divulga o relatório "Meios de acesso ao sinal de TV em 2025https://www.anacom.pt/render.jsp?contentId=1824803", que resulta de um conjunto de questões sobre os meios de acesso ao sinal de TV proposto pela ANACOM e integrado e recolhido pelo INE no "Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas famílias", realizado entre maio e agosto de 2025.

Em 2025, cerca de 6,3% das famílias utilizava exclusivamente a televisão digital terrestre (TDT), que permite assistir à emissão dos canais generalistas nacionais em direto e gratuitamente, registando-se uma diminuição de 1,1 pontos percentuais (p.p.) face ao ano anterior.

O acesso simultâneo à TVS (serviço de distribuição de sinais de TV por subscrição) e à TDT nas residências principais atingiu 16,3% das famílias (+0,1 p.p. que no ano anterior).

Considerando exclusivamente as residências principais, 89,2% das famílias dispunham de TVS, tratando-se do principal meio de acesso ao sinal de TV utilizado pelas famílias. Por sua vez, a TDT foi utilizada por 22,7% das famílias na sua residência principal, não necessariamente de forma exclusiva. Desde 2022 que a percentagem de famílias com acesso à TDT tem vindo a diminuir, e em 2025 atingiu-se o valor mais baixo desde que se recolhe este tipo de informação (2016).

Entre as famílias com residências secundárias cerca de 43,1% referiu ter algum acesso TDT nessas habitações, inferior ao registado em 2024 (46%).

Considerando as residências principais e as famílias com residências secundárias, estima-se que cerca de 24,4% dispunham de um acesso ao sinal de TV através da TDT, sendo este valor inferior ao registado no ano anterior (-1,3 p.p.).

No que se refere ao número de equipamentos, em 2025, contabilizaram-se 1,5 milhões de televisores com acesso à TDT, 1,3 milhões em residências principais e 211 mil em residências secundárias. Registou-se um decréscimo no número de televisores com acesso à TDT face ao ano anterior (-1%).

A utilização da TDT pelas famílias varia com a localização geográfica, tanto nas residências principais como nas residências secundárias.

As regiões Centro (9,3%) e Norte (8%) foram as que registaram uma maior percentagem de famílias com acesso exclusivo à TDT. Caso se considere a TDT não necessariamente de forma exclusiva, estas regiões e o Alentejo destacam-se com maiores penetrações (entre 26% e 28%). Já a taxa de penetração de TVS foi superior à média nacional nas Regiões Autónomas, Península de Setúbal e Grande Lisboa.

A tipologia familiar e o rendimento das famílias influenciam os meios de acesso ao sinal de TV utilizado. As famílias com crianças e com maiores rendimentos tendem a registar uma maior penetração de TVS. Em contrapartida, as famílias sem crianças, e as famílias com menores rendimentos verificaram maiores taxas de penetração de TDT. Cerca de 13,5% das famílias com mais baixos rendimentos (1.º quintil) tinham acesso exclusivo à TDT.

Em comparação com o ano anterior, verificou-se uma diminuição na taxa de penetração da TDT nas famílias monoparentais e nas famílias numerosas com crianças.

Quer saber mais sobre como aceder à TDT, que permite assistir à emissão aos canais generalistas nacionais em direto e gratuitamente? Consulte as perguntas frequenteshttps://www.anacom.pt/render.jsp?categoryId=378617 sobre a TDT.

ANACOM - Portuguese Communications Authority published this content on January 09, 2026, and is solely responsible for the information contained herein. Distributed via Public Technologies (PUBT), unedited and unaltered, on January 09, 2026 at 15:42 UTC. If you believe the information included in the content is inaccurate or outdated and requires editing or removal, please contact us at [email protected]